quarta-feira, 21 de março de 2012

Myriophyllum mattogrossense


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Myriophyllum mattogrossense
Nomes Populares: Myriophyllum mattogrossense
Origem: Brasil
Parâmetros da Água: Temperatura - 22 à 30°C / pH 6,0 à 9,0
Tamanho: De 30 à 50cm
Iluminação: Alta
Substrato: Rico
Manejo: Fácil
 
Informações Adicionais

A Myriophyllum mattogrossense, como o próprio nome sugere, é originária de Mato Grosso onde cresce ao longo dos rios da Bacia Amazônica.
Muito popular entre aquaristas brasileiros, esta é uma das plantas de mais fácil cultivo do gênero, necessitando apenas de uma iluminação intensa.
Suas folhas são ramificadas e apresentam cores verdes que contrastam com o caule avermelhado, criando um aspecto fantástico.
Compõe bem a porção traseira do aquário onde, em pouco tempo, forma moitas densas.
A manutenção deve ser constante pois seu crescimento é rápido. Os cortes podem ser replantados, mantendo assim o vigor das plantas e evitando a ramificação excessiva. 

Myriophyllum aquaticum


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Myriophyllum aquaticum
Nomes Populares: Myriophyllum aquaticum, pena de papagaio
Origem: América do Sul
Parâmetros da Água: Temperatura - 10 à 29°C / pH 6,0 à 9,0
Tamanho: De 30 à 50cm
Iluminação: Alta
Substrato: Rico e com adição de CO2
Manejo: Fácil
 
Informações Adicionais

A
Myriophyllum aquaticum é uma planta nativa da América do Sul onde cresce ao longo de rios da Bacia Amazônica.
É considerada uma espécie invasora em determinadas regiões da América do Norte onde cresce descontroladamente, causando impactos ambienteis. Seu controle nestes ambientes é difícil pois a planta é resistente ao uso de herbicidas e o corte pode fazer com que ela se propague por fragmentação do rizoma, acentuando os danos.
Apesar dos riscos ambientais citados, é uma planta ornamentalmente apreciada por aquaristas de todo o mundo. Compõe muito bem a porção traseira do aquário e deve ser podada frequentemente pois seu crescimento é intenso e caso não seja feita a manutenção, em pouco tempo projeta suas folhas para fora d'água.
Em sua forma emersa, apresenta grande profusão de folhas que são profundamente cortadas em lobos estreitos os quais conferem à planta um aspecto denso e ramificado.
Seu cultivo é fácil, mas necessita de forte iluminação e adição de CO2 para que mantenha seu padrão de cor e distribuição de folhas.

domingo, 18 de março de 2012

Monosolenium tenerum


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Monosolenium tenerum
Nomes Populares: Monosolenium tenerum
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 05 à 28°C / pH 5,0 à 8,0
Tamanho: De 02 à 05cm
Iluminação: Baixa/Moderada/Alta
Substrato: Indiferente
Manejo: Fácil
 
Informações Adicionais

Esta espécie cresce naturalmente em córregos no Havaí, Japão, China, Taiwan e Índia. Seu uso em aquários é recente, tendo sido introduzido ao hobby em 2002 pela empresa dinamarquesa Tropica.

É muito apreciada para composição da porção frontal do aquário onde forma moitas com aspecto almofadado. 
Suas folhas escuras conferem certo contraste com carpetes mais claros.
Ela é semelhante à Riccia fluitans e deve ser cultivada da mesma forma, amarrada à pedras. Suas folhas são muito frágeis e podem, facilmente, se quebrar. 
É uma planta de fácil cultivo e se adapta à variadas condições de luminosidade, temperatura e pH.
A propagação é simples e pode ser obtida pela fragmentação dos talos.
 


Microsorum pteropus 'Windelov'


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Microsorum pteropus 'Windelov'
Nomes Populares: Microsorum pteropus 'Windelov'
Origem: Criada
Parâmetros da Água: Temperatura - 18 à 30°C / pH 5,0 à 8,0
Tamanho: De 10 à 20cm
Iluminação: Baixa/Moderada
Substrato: Rico
Manejo: Moderado
 
Informações Adicionais

Esta variedade de
Microsorum pteropus foi criada pela empresa dinamarquesa Tropica através de sucessivos cruzamentos e recebeu o nome 'Windelov' em homenagem à Holger Windelov, fundador da Tropica.
Suas folhas apresentam um belíssimo aspecto ramificado que cria uma impressão mais intensa de volume.
Com exceção dos aspectos morfológicos, segue as mesmas características das demais variedades de Microsorum pteropus, sendo apenas um pouco mais frágil.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Microsorum pteropus 'Trident'


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Microsorum pteropus 'Trident'
Nomes Populares: Microsorum pteropus 'Trident'
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 18 à 28°C / pH 5,0 à 8,0
Tamanho: De 10 à 30cm
Iluminação: Baixa/Moderada
Substrato: Rico
Manejo: Fácil
 
Informações Adicionais

Esta é uma variedade nova no aquarismo e pouco se sabe sobre sua origem ou necessidades. Aparentemente, se adapta bem às mesmas condições de água e luminosidade que as demais variedades da espécie (Microsorum pteropus).
É chamada de "Trident" por possuir uma folha imparipinada com folíolos agudos que fazem com que a folha seja semelhante à um tridente.

Microsorum pteropus 'Narrow'


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Microsorum pteropus 'Narrow'
Nomes Populares: Microsorum pteropus 'Narrow'
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 18 à 28°C / pH 5,0 à 8,0
Tamanho: De 10 à 30cm
Iluminação: Baixa/Moderada
Substrato: Rico
Manejo: Fácil
 
Informações Adicionais

Esta planta é uma variedade da
Microsorum pteropus e trata-se de uma samambaia aquática originária da Ásia e apreciada por aquaristas de todo o mundo.
As folhas são mais estreitas e se desenvolvem em um ângulo menos agudo nesta variedade.
É muito comum de se utilizar esta planta aderida à troncos ou rochas. Para fixá-las basta amarrar o rizoma ao troco e em pouco mais de um mês, as raízes se desenvolvem, fazendo com que a planta fique naturalmente aderida ao tronco.
Seu cultivo em aquários é simples e, por esse motivo, pode ser considerada uma boa opção para iniciantes.
O crescimento é lento, o que pode torná-la propensa a formação de algas, desta forma, não é recomendável expô-la a forte iluminação.

Apesar de ser uma espécie de fácil cultivo, o aquarista deve estar ciente de que a falta de manutenção no aquário pode gerar alguns problemas. Caso haja um excesso de nitrato ou ferro na coluna d'água, as folhas começam a formar manchas escuras e translucidas que podem evoluir para o apodrecimento de toda a planta. Caso note que isso esta acontecendo, remova as folhas afetadas (mesmo que sejam todas) e realize trocas parciais de água (TPAs) com mais frequência. Mas atenção, quando cito aqui a formação de manchas escuras nas folhas não estou me referindo aos soros! Por ser uma samambaia, esta espécie desenvolve, ciclicamente, estruturas reprodutivas nas folhas chamadas soros que são como pontos escuros com alguns milímetros de diâmetro situados na face inferior da folha.

A propagação é simples e pode ser feita através da fragmentação de um rizoma grande.

Quando plantada diretamente no substrato, seu rizoma não deve ser enterrado, caso contrário toda a planta corre o risco de apodrecer.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Microsorum pteropus


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Microsorum pteropus
Nomes Populares: Microsorum pteropus
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 18 à 28°C / pH 5,0 à 8,0
Tamanho: De 15 à 30cm
Iluminação: Baixa/Moderada
Substrato: Rico
Manejo: Fácil
 
Informações Adicionais

A
Microsorum pteropus é uma samambaia aquática originária da Ásia e apreciada por qualquer aquarista.
É muito comum de se utilizar esta planta aderida à troncos ou rochas. Para fixá-las basta amarrar o rizoma ao troco e em pouco mais de um mês, as raízes se desenvolvem, fazendo com que a planta fique naturalmente aderida ao tronco.
Seu cultivo em aquários é simples e, por esse motivo, pode ser considerada uma boa opção para iniciantes.
O crescimento é lento, o que pode torná-la propensa a formação de algas, desta forma, não é recomendável expô-la a forte iluminação.
Apesar de ser uma espécie de fácil cultivo, o aquarista deve estar ciente de que a falta de manutenção no aquário pode gerar alguns problemas. Caso haja um excesso de nitrato ou ferro na coluna d'água, as folhas começam a formar manchas escuras e translucidas que podem evoluir para o apodrecimento de toda a planta. Caso note que isso esta acontecendo, remova as folhas afetadas (mesmo que sejam todas) e realize trocas parciais de água (TPAs) com mais frequência. Mas atenção, quando cito aqui a formação de manchas escuras nas folhas não estou me referindo aos soros! Por ser uma samambaia, esta espécie desenvolve, ciclicamente, estruturas reprodutivas nas folhas chamadas soros que são como pontos escuros com alguns milímetros de diâmetro situados na face inferior da folha.
A propagação é simples e pode ser feita através da fragmentação de um rizoma grande.
Quando plantada diretamente no substrato, seu rizoma não deve ser enterrado, caso contrário toda a planta corre o risco de apodrecer.