quarta-feira, 18 de abril de 2012

Utricularia graminifolia


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Utricularia graminifolia
Nomes Populares: Utricularia graminifolia
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 16 à 28°C / pH 5,5 à 7,0
Tamanho: De 02 à 08cm
Iluminação: Moderada/Alta
Substrato: Rico
Manejo: Moderado  
Informações Adicionais

Planta carnivora originária da Ásia onde cresce em pântanos e regiões alagadas. As espécies desse gênero desenvolveram estruturas em forma de urna, capazes de capturar pequenos organismos aquáticos, como microcrustáceos.

Suas folhas são alongadas e crescem até 8cm, fazendo com que a planta lembre uma gramínea. 
Excelente opção para formação de carpetes, a Utricularia graminifolia cresce densamente, cobrindo todo o substrato.
Necessita de iluminação intensa e substrato rico para que se desenvolva adequadamente.
Por ser uma espécie que, na natureza, passa por períodos de submersão e períodos de emersão, pode oferecer ao aquarista alguma dificuldade no início do cultivo, porém, após a adaptação ao cultivo submerso, ela cresce rapidamente e forma um belo carpete.

Utricularia gibba


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Utricularia gibba
Nomes Populares: Utricularia gibba
Origem: Regiões Tropicais
Parâmetros da Água: Temperatura - 15 à 30°C / pH 6,0 à 8,0
Tamanho: De 10 à 20cm
Iluminação: Alta
Substrato: Indiferente
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Planta carnívora encontrada em pântanos de regiões tropicais por todo o planeta.

Seu cultivo é fácil, mas seu uso é muito restrito. Cresce de forma desordenada o que dificulta na composição de um layout e cria um aspecto de abandono.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Vallisneria americana var. asiatica


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vallisneria americana var. asiatica
Nomes Populares: Vallisneria americana var. asiatica
Origem: Sudeste Asiático
Parâmetros da Água: Temperatura - 18 à 28°C / pH 6,5 à 8,5
Tamanho: De 20 à 50cm
Iluminação: Moderada
Substrato: Rico
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Esta é uma variedade de
Vallisneria americana caracterizada por suas folhas longas e retorcidas.
Não é muito popular, mas quando bem empregada cria um aspecto sensacional à montagem, principalmente, em aquários grandes quando é plantada entre rochas.
Nesta variedade, as folhas são mais baixas o que facilita seu cultivo em aquários.
Em aquários de médio porte deve ser plantada na porção traseira do layout.
É útil nas fases iniciais da montagem porque utiliza grande quantidade de nutrientes, impedindo a proliferação de algas indesejáveis. 
Sua reprodução ocorre por brotamentos do rizoma que se espalha pelo substrato e o crescimento é rápido.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Tonina sp 'belem'


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Tonina sp 'belem'
Nomes Populares: Tonina sp 'belem'
Origem: América do Sul
Parâmetros da Água: Temperatura - 22 à 30°C / pH 5,0 à 6,0
Tamanho: De 20 à 30cm
Iluminação: Alta
Substrato: Rico e com adição de CO2
Manejo: Difícil  
Informações Adicionais

Esta espécie ainda não tem uma classificação taxonômica precisa e é conhecida por seu nome popular, "belém", fazendo referencia à cidade onde foi coletada pela primeira vez.

Seu cultivo em aquários é um pouco mais fácil em comparação à Tonina fluviatilis que vive em águas muito ácidas.
Necessita de iluminação intensa, adição de CO2, substrato fértil e uso de fertilizantes líquidos. 
Sua folhagem densa e curvada compõe muito bem a porção intermediária da montagem, onde deve ser plantada em grupos, formando uma moita. 

Tonina fluviatilis


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Tonina fluviatilis
Nomes Populares: Tonina fluviatilis
Origem: América do Sul
Parâmetros da Água: Temperatura - 20 à 28°C / pH 4,0 à 6,0
Tamanho: De 10 à 30cm
Iluminação: Alta
Substrato: Rico e com adição de CO2
Manejo: Difícil  
Informações Adicionais

Esta planta não é muito popular entre os aquaristas e isso tem algumas explicações. 
Esta pequena planta originária do México é extremamente exigente e poucos aquários oferecem condições adequadas para seu cultivo.
Necessita de iluminação intensa, adição de CO2, substrato fértil e uso de fertilizantes líquidos. Apesar de serem muitas as necessidades citadas, elas não são as principais dificuldades encontradas por aquaristas que se aventuram a cultivá-la. O maior obstáculo é o pH que deve estar entre 4 e 6.
Compõe bem a porção intermediária do aquário, principalmente quando plantada entre troncos e rochas.

Taxiphyllum sp.


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Taxiphyllum sp.
Nomes Populares: Taxiphyllum sp., Flame Moss
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 10 à 28°C / pH 5,0 à 9,0
Tamanho: De 04 à 06cm
Iluminação: Baixa/Moderada
Substrato: Indiferente
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Este musgo não é tão popular quanto o Musgo de Java, mas nem por isso é menos interessante.

Apresenta um crescimento verticalizado, que lembra uma chama, o que explica seu nome popular "Flame Moss".
Seu cultivo é fácil e não faz muitas exigências, adaptando-se à maior parte dos aquários.
É plantado aderido à rochas e troncos, conferindo à montagem um belíssimo aspecto.

Suas folhas são muito pequenas e ramificadas o que propicia acumulo de matéria orgânica. O sistema de filtragem deve ser eficiente e a manutenção constante para evitar que isso ocorra, caso contrário é provável haja infestação de algas entre as folhas.

Para plantá-la é necessário amarrar alguns ramos à um tronco ou rocha. Após algumas semanas o musgo se adere à superfície e passa a se desenvolver por conta própria.

É possível utilizar esta planta como carpete, bastando amarrar os ramos à pequenas pedras e preencher à área que deseja ocupar.

Musgo de Java - Taxiphyllum barbieri


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Taxiphyllum barbieri
Nomes Populares: Taxiphyllum barbieri, Musgo de Java
Origem: Sudeste Asiático
Parâmetros da Água: Temperatura - 18 à 30°C / pH 5,5 à 8,0
Tamanho: De 03 à 10cm
Iluminação: Baixa/Moderada
Substrato: Indiferente
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Muito popular, o Musgo de Java é amplamente usado por aquaristas em diversas montagens.

Seu cultivo é fácil e não faz muitas exigências, adaptando-se à maior parte dos aquários.
É plantado aderido à rochas e troncos, conferindo à montagem um belíssimo aspecto.
Suas folhas são muito pequenas e ramificadas o que propicia acumulo de matéria orgânica. O sistema de filtragem deve ser eficiente e a manutenção constante para evitar que isso ocorra, caso contrário é provável haja infestação de algas entre as folhas.
Para plantá-la é necessário amarrar alguns ramos à um tronco ou rocha. Após algumas semanas o musgo se adere à superfície e passa a se desenvolver por conta própria.
É possível utilizar esta planta como carpete, bastando amarrar os ramos à pequenas pedras e preencher à área que deseja ocupar.