quinta-feira, 26 de abril de 2012

Abramites - Abramites hypselonotus


Resumo Técnico:

Nome Científico: Abramites hypselonotus
Nomes Populares: Abramites, Abramites hypselonotus
Origem: América do Sul (Bacia Amazônica)
pH:
6.8 - 7.4  



Temperatura:
22°C - 28°C




Dureza:
24 dH - 26 dH




Informações Adicionais:

Peixe originário da Bacia Amazônica, onde apresenta uma ampla distribuição geográfica.
É uma espécie pacífica e de comportamento coletivo, devendo ser mantido em cardumes de ao menos 5 indivíduos.
Possui habito alimentar onívoro e pode ser alimentado com uma ampla variedade de rações.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Vesicularia montagnei


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vesicularia montagnei
Nomes Populares: Vesicularia montagnei, Christmas moss
Origem: América do Sul
Parâmetros da Água: Temperatura - 15 à 26°C / pH 5,0 à 9,0
Tamanho: De 03 à 05cm
Iluminação: Baixa/Moderada/Alta
Substrato: Indiferente
Manejo: Moderado  
Informações Adicionais

Este belo musgo é também conhecido como
Christmas moss por conta de seus ramos triangulares que se assemelham à arvores de natal.
Obtém-se um excelente resultado com esta espécie ao utilizá-la aderida à rochas ou troncos.
Suas folhas são muito pequenas e ramificadas o que propicia acumulo de matéria orgânica. O sistema de filtragem deve ser eficiente e a manutenção constante para evitar que isso ocorra, caso contrário é provável haja infestação de algas entre as folhas.
Para plantá-la é necessário amarrar alguns ramos à um tronco ou rocha. Após algumas semanas o musgo se adere à superfície e passa a se desenvolver por conta própria.

Vesicularia ferriei 'Weeping Moss'


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vesicularia ferriei
Nomes Populares: Vesicularia ferriei, Weeping Moss
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 15 à 26°C / pH 5,0 à 9,0
Tamanho: De 03 à 06cm
Iluminação: Baixa/Moderada/Alta
Substrato: Indiferente
Manejo: Moderado  
Informações Adicionais


Não se sabe ao certo qual a origem desa espécie, mas acredita-se que seja originária da China.
Seu crescimento é horizontal e tende a curvar-se para baixo. 
Obtém-se um excelente resultado com esta espécie ao utilizá-la aderida à rochas ou troncos.
Suas folhas são muito pequenas e ramificadas o que propicia acumulo de matéria orgânica. O sistema de filtragem deve ser eficiente e a manutenção constante para evitar que isso ocorra, caso contrário é provável haja infestação de algas entre as folhas.
Para plantá-la é necessário amarrar alguns ramos à um tronco ou rocha. Após algumas semanas o musgo se adere à superfície e passa a se desenvolver por conta própria.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Vallisneria spiralis


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vallisneria spiralis
Nomes Populares: Vallisneria spiralis
Origem: Ásia
Parâmetros da Água: Temperatura - 15 à 28°C / pH 6,0 à 8,0
Tamanho: De 30 à 50cm
Iluminação: Moderada/Alta
Substrato: Indiferente
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Planta de fácil cultivo, a
Vallisneria spiralis cresce bem em condições de luminosidade não muito alta além de absorver os nutrientes pelas folhas, o que dispensa o uso de substrato fértil. Tais características fazem desta planta uma opção ideal para iniciantes.
Ela é uma das menores espécies do gênero, ficando, geralmente, com cerca de 50cm de altura. 
Deve ser plantada na porção traseira do layout ou ainda na porção intermediária de aquários grandes.

Vallisneria neotropicalis


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vallisneria neotropicalis
Nomes Populares: Vallisneria neotropicalis
Origem: América do Norte e América Central
Parâmetros da Água: Temperatura - 15 à 28°C / pH 6,0 à 8,0
Tamanho: De 100 à 200cm
Iluminação: Moderada/Alta
Substrato: Rico
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Esta planta apestar de muito bonita, dificilmente é utilizada. Suas folhas estreitas e espiraladas chagam aos 2m de comprimento o que à torna inviável à maioria dos aquários. 

Uma particularidade da espécie é a presença de pigmentos vermelhos que surgem com iluminação intensa. Quanto mais forte a luminosidade, mais avermelhadas suas folhas se tornarão.

Vallisneria nana


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vallisneria nana
Nomes Populares: Vallisneria nana
Origem: Austrália
Parâmetros da Água: Temperatura - 20 à 28°C / pH 6,0 à 8,0
Tamanho: De 30 à 50cm
Iluminação: Moderada/Alta
Substrato: Rico
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

A
Vallisneria nana apresenta um padrão de crescimento diferenciado em relação às demais espécies do seu gênero. Suas folhas além de serem mais estreitas, são menos achatadas, criando um aspecto bem denso e uma excelente oportunidade de contraste com folhas escuras e arredondadas. 
Cresce naturalmente em rios da Austrália onde não passa dos 15cm. Em aquários fica com altura entre 30 e 50cm, o que revela diferenças nas condições nutricionais ou de iluminação.
É apropriada para a composição da porção traseira do layout ou ainda a porção intermediária de aquários grandes, podendo ser bem aproveitada entre rochas e troncos.
Seu cultivo é fácil e ela rapidamente se propaga através do rizoma que se espalha pelo substrato.

Vesicularia dubyana


Resumo Técnico: 

Nome Científico: Vesicularia dubyana
Nomes Populares: Vesicularia dubyana
Origem: Sudeste Asiático
Parâmetros da Água: Temperatura - 15 à 28°C / pH 5,5 à 7,5
Tamanho: De 01 à 03cm
Iluminação: Moderada
Substrato: Indiferente
Manejo: Fácil  
Informações Adicionais

Musgo de crescimento lateralizado, que cria ramificações semelhantes a galhos de uma arvore.

É difícil de se estabelecer um padrão de crescimento para esta especie porque ela se desenvolve de formas muito variadas. O mais comum é que se formem ramos triangulares.
Obtém-se um excelente resultado com esta espécie ao utilizá-la aderida à rochas ou troncos.
Suas folhas são muito pequenas e ramificadas o que propicia acumulo de matéria orgânica. O sistema de filtragem deve ser eficiente e a manutenção constante para evitar que isso ocorra, caso contrário é provável haja infestação de algas entre as folhas.
Para plantá-la é necessário amarrar alguns ramos à um tronco ou rocha. Após algumas semanas o musgo se adere à superfície e passa a se desenvolver por conta própria.